Controle de Voadores

 

Os pombos (Columbia lívia). As aves, que tem tido rápida proliferação nas áreas urbanas, representam um risco para a saúde do ser humano. Apesar de aparentemente inofensivas, essas aves constituem uma potencial fonte de transmissão de doenças, como a histoplasmose, a criptococose e a clamidiose, além de rinite e bronquite alérgicas.

Fica um alerta para que as pessoas que alimentam essas aves, tenham consciência de que ao invés de realizarem um ato de bondade estão contribuindo para que elas se reproduzam e coloquem a saúde de outras pessoas em situação de risco.

“Quanto mais alimento disponível maior a capacidade de reprodução dessas aves, aumentando o risco de doenças respiratórias para a população.

A transmissão dessas doenças se dá, principalmente, pela inalação de poeira contendo resíduos de fezes de pombos contaminados. Pode haver ainda a presença de ácaros (piolhos de pombos) entre as penas, que, ao entrarem em contato com o ser humano, podem causar irritações de pele.

Outro dano causado pela presença de pombos nas áreas urbanas refere-se à degradação de fachadas de prédios e monumentos, onde as aves costumam pousar, fazer ninhos e eliminar suas fezes, provocando mau cheiro e sujeira. Já teria sido registrada, inclusive, a presença de pombos em áreas hospitalares, o que é um perigo para quem está hospitalizado e para quem trabalha nesse tipo de estabelecimento.

A Detecta Dedetizadora, destaca  alguns cuidados a serem tomados para evitar a presença e proliferação de pombos em áreas urbanas: não alimentá-los sob hipótese alguma; acondicionar de maneira adequada (em sacos de lixo fechados) os resíduos de alimentos; telar caixas de condicionadores de ar; obstruir ou tapar espaços existentes entre telhas e a laje, para impedir que as aves façam ninhos; e evitar detalhes em construções que possam, no futuro, servir como abrigo ou área de repouso para elas.                       

 

MORCEGOS

Muitas pessoas consideram os morcegos extremamente perigosos e desagradáveis. Existem muitas crenças a respeito dos morcegos como, por ex., que eles são vampiros, gostam de se enrolar nos cabelos das mulheres ou, ainda, são ratos velhos que criaram asas. Muito deste temor está associado ao pouco conhecimento sobre estes pequenos mamíferos. Na verdade os morcegos exercem uma importante função ecológica na dispersão e polinização de plantas, controle de insetos e de pequenos vertebrados e mesmo na cura de cardiopatias.

Os morcegos são os únicos mamíferos que possuem capacidade de voar devido à transformação de seus braços e dedos em asas. Tal modificação originou o nome da Ordem Chiroptera: Chiro = mão e Ptero = asas, isto é, animais com a mão transformada em asa, sendo a segunda maior ordem de mamíferos em número de espécies.

Os morcegos existem em quase todos os continentes, só não sendo encontrados nos pólos. São em geral pequenos, na grande maioria não excedendo 100 gramas de peso. Apresentam hábitos crepusculares e noturnos, e parte significativa das espécies orientam-se pela ecolocalização, emitindo sons de alta freqüência, inaudíveis ao homem, que ao encontrarem um obstáculo, retornam em forma de ecos e são captados pelos seus ouvidos possibilitando sua orientação.

Ao contrário do que se pensa, das quase 1.100 espécies de morcegos, apenas três se alimentam de sangue, sendo que apenas uma consome sangue de outros mamíferos. Há desde morcegos altamente especializados em um tipo de alimento, como por exemplo, apenas insetos, até aqueles que comem um pouco de cada coisa (frutos, folhas, néctar, insetos e rãs).

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